Bronze

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Tabela  Lista 

  1. Alfredo Ceschiatti - As Três Graças - Escultura em bronze com base de mármore - 80x110x135 CM - Assinada

    Alfredo Ceschiatti - As Três Graças - Escultura em bronze com base de mármore - 80x110x135 CM - Assinada

    R$ 120.000,00

    Em 4x de R$30.000,00 sem juros

    Biografia

    Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte MG 1918 - Rio de Janeiro RJ 1989). Escultor, desenhista, professor. Em 1938, viaja à Itália e se interessa, sobretudo, por obras de artistas renascentistas. Em 1940, no Rio de Janeiro, ingressa na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, onde estuda escultura com Corrêa Lima (1878 - 1974). Freqüenta o ateliê instalado na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, juntamente com Bruno Giorgi (1905 - 1993) e José Pedrosa (1915 - 2002). Cria, em 1944, o baixo-relevo da Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte, por encomenda de Oscar Niemeyer (1907 - 2012). No ano seguinte, conquista com esse trabalho o prêmio de viagem ao exterior no 51º Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1946 e 1948, permanece na Europa e conhece a obra de Max Bill (1908 - 1994), Henri Laurens (1885 - 1954), Giacomo Manzù (1908 - 1991) e, principalmente, Aristide Maillol (1861 - 1944). Sua primeira exposição individual ocorre na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB, no Rio de Janeiro, em 1948. Integra, em 1956, a equipe vencedora do concurso de projetos para o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. No começo da década de 1960, leciona escultura e desenho na Universidade de Brasília - UnB. Várias de suas obras estão em espaços e edifícios públicos, entre eles, o Palácio da Alvorada, a Praça dos Três Poderes e o Palácio dos Arcos, em Brasília; o Memorial da América Latina e a Praça da Sé, em São Paulo; e a Embaixada do Brasil em Moscou.

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  2. Alfredo Ceschiatti - Deusa - Bronze - 180 CM - Assinada

    Alfredo Ceschiatti - Deusa - Bronze - 180 CM - Assinada

    R$ 120.000,00

    Em 4x de R$30.000,00 sem juros

    Biografia

    Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte MG 1918 - Rio de Janeiro RJ 1989). Escultor, desenhista, professor. Em 1938, viaja à Itália e se interessa, sobretudo, por obras de artistas renascentistas. Em 1940, no Rio de Janeiro, ingressa na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, onde estuda escultura com Corrêa Lima (1878 - 1974). Freqüenta o ateliê instalado na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, juntamente com Bruno Giorgi (1905 - 1993) e José Pedrosa (1915 - 2002). Cria, em 1944, o baixo-relevo da Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte, por encomenda de Oscar Niemeyer (1907 - 2012). No ano seguinte, conquista com esse trabalho o prêmio de viagem ao exterior no 51º Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1946 e 1948, permanece na Europa e conhece a obra de Max Bill (1908 - 1994), Henri Laurens (1885 - 1954), Giacomo Manzù (1908 - 1991) e, principalmente, Aristide Maillol (1861 - 1944). Sua primeira exposição individual ocorre na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB, no Rio de Janeiro, em 1948. Integra, em 1956, a equipe vencedora do concurso de projetos para o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. No começo da década de 1960, leciona escultura e desenho na Universidade de Brasília - UnB. Várias de suas obras estão em espaços e edifícios públicos, entre eles, o Palácio da Alvorada, a Praça dos Três Poderes e o Palácio dos Arcos, em Brasília; o Memorial da América Latina e a Praça da Sé, em São Paulo; e a Embaixada do Brasil em Moscou.

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  3. Alfredo Ceschiatti - Fortuna - Escultura em bronze com base de mármore - 34x14x7 CM - Assinada

    Alfredo Ceschiatti - Fortuna - Escultura em bronze com base de mármore - 34x14x7 CM - Assinada

    R$ 5.500,00

    Em 4x de R$1.375,00 sem juros

    Biografia

    Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte MG 1918 - Rio de Janeiro RJ 1989). Escultor, desenhista, professor. Em 1938, viaja à Itália e se interessa, sobretudo, por obras de artistas renascentistas. Em 1940, no Rio de Janeiro, ingressa na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, onde estuda escultura com Corrêa Lima (1878 - 1974). Freqüenta o ateliê instalado na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, juntamente com Bruno Giorgi (1905 - 1993) e José Pedrosa (1915 - 2002). Cria, em 1944, o baixo-relevo da Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte, por encomenda de Oscar Niemeyer (1907 - 2012). No ano seguinte, conquista com esse trabalho o prêmio de viagem ao exterior no 51º Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1946 e 1948, permanece na Europa e conhece a obra de Max Bill (1908 - 1994), Henri Laurens (1885 - 1954), Giacomo Manzù (1908 - 1991) e, principalmente, Aristide Maillol (1861 - 1944). Sua primeira exposição individual ocorre na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB, no Rio de Janeiro, em 1948. Integra, em 1956, a equipe vencedora do concurso de projetos para o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. No começo da década de 1960, leciona escultura e desenho na Universidade de Brasília - UnB. Várias de suas obras estão em espaços e edifícios públicos, entre eles, o Palácio da Alvorada, a Praça dos Três Poderes e o Palácio dos Arcos, em Brasília; o Memorial da América Latina e a Praça da Sé, em São Paulo; e a Embaixada do Brasil em Moscou.

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  4. Alfredo Ceschiatti - Justiça - Bronze, Base de Mármore - 49x20x23 CM - Assinada

    Alfredo Ceschiatti - Justiça - Bronze, Base de Mármore - 49x20x23 CM - Assinada

    R$ 18.000,00

    Em 4x de R$4.500,00 sem juros

    Biografia

    Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte MG 1918 - Rio de Janeiro RJ 1989). Escultor, desenhista, professor. Em 1938, viaja à Itália e se interessa, sobretudo, por obras de artistas renascentistas. Em 1940, no Rio de Janeiro, ingressa na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, onde estuda escultura com Corrêa Lima (1878 - 1974). Freqüenta o ateliê instalado na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, juntamente com Bruno Giorgi (1905 - 1993) e José Pedrosa (1915 - 2002). Cria, em 1944, o baixo-relevo da Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte, por encomenda de Oscar Niemeyer (1907 - 2012). No ano seguinte, conquista com esse trabalho o prêmio de viagem ao exterior no 51º Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1946 e 1948, permanece na Europa e conhece a obra de Max Bill (1908 - 1994), Henri Laurens (1885 - 1954), Giacomo Manzù (1908 - 1991) e, principalmente, Aristide Maillol (1861 - 1944). Sua primeira exposição individual ocorre na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB, no Rio de Janeiro, em 1948. Integra, em 1956, a equipe vencedora do concurso de projetos para o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. No começo da década de 1960, leciona escultura e desenho na Universidade de Brasília - UnB. Várias de suas obras estão em espaços e edifícios públicos, entre eles, o Palácio da Alvorada, a Praça dos Três Poderes e o Palácio dos Arcos, em Brasília; o Memorial da América Latina e a Praça da Sé, em São Paulo; e a Embaixada do Brasil em Moscou.

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  5. Alfredo Ceschiatti - Pompeana - Escultura em bronze com base de mármore - 42x30x77 CM - Assinada

    Alfredo Ceschiatti - Pompeana - Escultura em bronze com base de mármore - 42x30x77 CM - Assinada

    R$ 38.000,00

    Em 4x de R$9.500,00 sem juros

    Biografia

    Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte MG 1918 - Rio de Janeiro RJ 1989). Escultor, desenhista, professor. Em 1938, viaja à Itália e se interessa, sobretudo, por obras de artistas renascentistas. Em 1940, no Rio de Janeiro, ingressa na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, onde estuda escultura com Corrêa Lima (1878 - 1974). Freqüenta o ateliê instalado na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, juntamente com Bruno Giorgi (1905 - 1993) e José Pedrosa (1915 - 2002). Cria, em 1944, o baixo-relevo da Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte, por encomenda de Oscar Niemeyer (1907 - 2012). No ano seguinte, conquista com esse trabalho o prêmio de viagem ao exterior no 51º Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre 1946 e 1948, permanece na Europa e conhece a obra de Max Bill (1908 - 1994), Henri Laurens (1885 - 1954), Giacomo Manzù (1908 - 1991) e, principalmente, Aristide Maillol (1861 - 1944). Sua primeira exposição individual ocorre na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB, no Rio de Janeiro, em 1948. Integra, em 1956, a equipe vencedora do concurso de projetos para o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. No começo da década de 1960, leciona escultura e desenho na Universidade de Brasília - UnB. Várias de suas obras estão em espaços e edifícios públicos, entre eles, o Palácio da Alvorada, a Praça dos Três Poderes e o Palácio dos Arcos, em Brasília; o Memorial da América Latina e a Praça da Sé, em São Paulo; e a Embaixada do Brasil em Moscou.

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  6. Bruno Giorgi - Candango - Bronze, base de mármore - 39x5x9 CM - Assinada

    Bruno Giorgi - Candango - Bronze, base de mármore - 39x5x9 CM - Assinada

    R$ 4.500,00

    Em 4x de R$1.125,00 sem juros

    Biografia 

    Bruno Giorgi - Escultor

    Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

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  7. Bruno Giorgi - Fiandeira - Escultura em bronze com base de mármore - 70x30 CM - Assinada

    Bruno Giorgi - Fiandeira - Escultura em bronze com base de mármore - 70x30 CM - Assinada

    R$ 15.400,00

    Em 4x de R$3.850,00 sem juros

    Biografia 

    Bruno Giorgi - Escultor

    Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

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  8. Bruno Giorgi - Flautista - Bronze, base de mármore - 69x30x5 CM - Assinada

    Bruno Giorgi - Flautista - Bronze, base de mármore - 69x30x5 CM - Assinada

    R$ 15.800,00

    Em 4x de R$3.950,00 sem juros

    Biografia 

    Bruno Giorgi - Escultor

    Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

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  9. Bruno Giorgi - Guerreiro - Bronze, base de mármore - 117x13x40 CM - Assinada

    Bruno Giorgi - Guerreiro - Bronze, base de mármore - 117x13x40 CM - Assinada

    R$ 50.000,00

    Em 4x de R$12.500,00 sem juros

    Biografia 

    Bruno Giorgi - Escultor

    Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

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  10. Bruno  Giorgi - Integração - Bronze, base de mármore - 19x15 CM - Assinada

    Bruno Giorgi - Integração - Bronze, base de mármore - 19x15 CM - Assinada

    R$ 5.500,00

    Em 4x de R$1.375,00 sem juros

    Biografia 

    Bruno Giorgi - Escultor

    Muda-se com a família para Itália, e fixa-se em Roma em 1913. Em 1920, inicia estudos de desenho e escultura com o professor Loss. Participa de movimentos antifascistas. Em 1931, é preso por motivos políticos e condenado a sete anos de prisão. É extraditado para o Brasil em 1935, por intervenção do embaixador brasileiro na Itália. Em São Paulo, trava contato com Joaquim Figueira (1904 - 1943) e Alfredo Volpi (1896 - 1988). Em 1937, viaja para Paris e freqüenta as academias La Grand Chaumière e Ranson, onde estuda com Aristide Maillol (1861 - 1944). Em 1939, retorna a São Paulo e convive com Mário de Andrade (1893 - 1945), Lasar Segall (1891 - 1957), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Sérgio Milliet (1898 - 1966), entre outros. Começa a praticar desenho de modelo-vivo e pintura com os artistas do Grupo Santa Helena e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1943, transfere-se para o Rio de Janeiro. A convite do ministro Gustavo Capanema (1900 - 1985) instala ateliê no antigo Hospício da Praia Vermelha, onde orienta jovens artistas como Francisco Stockinger (1919). Possui obras em espaços públicos como Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do antigo Ministério da Educação e Saúde - MES, atual Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na praça dos Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; e Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

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Itens de 1 a 10 de 25 no total

  1. 1
  2. 2
  3. 3

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